From intrinsic to context: stratifying fundamental olympic values

Main Article Content

Francisco Marchiori da Mota

Abstract

This study seeks to better understand the three fundamental values ??of Olympism: Respect, Friendship and Excellence; and to understand them as products of the development of values ??called universal, present in the human being from an essentialist-intrinsic perspective. The hypothesis raised during the discussions, is that the fundamental Olympic values ??are contextualized results, to the sports environment, of values ??that belong to the human being since its conception. Using studies focusing on the origin and nature of values, we come to the conclusion that such objects are immutable, but subject to change, according to the social environment in which each individual is born and develops, and should not be demoted to simple means for the satisfaction of the human being, but exalted to the intrinsic qualities that guide human action, in different situations of their social life, having as a privileged place for such development, the Physical Education classes in the school environment. Supporting us in Classical Philosophy, pervaded by the Kantian Categorical Imperative, as well as the definitions of Ethics and Morals, finally entering the debate on Human Dignity, we confirm the nature and intrinsic origin of universal values, empirically connecting these basic values, to which we specifically list eleven: Empathy, Solidarity, Justice, Humility, Fraternity, Union, Kindness, Generosity, Resilience, Courage and Honesty; as principles originating from Olympic values. Such bibliographic study has the adjacent objective of opening new horizons for the continuous research on this theme, attenuating the lack of different perspectives and perspectives, thus inviting future questions.


References


1 COI. Los fundamentos de la educación em valores olímpicos: un programa basado en el deporte. Laussane: COI; 2018 [citado 06 jan. 2020]. Disponível em: https://bit.ly/2XyWXUo.


2 Formiga NS, Gouveia VV. Valores humanos e condutas anti-sociais e delitivas. Psicol. teor. prat. 2005; 7(2): 134-170.


3 Marques AES, Brancher LN, Konzen AA, Vieira A, Sari M, Rodrigues MM, Cury M. (2000). Pela justiça na educação. Brasília: MEC/FUNDESCOLA; 2000.


4 Freitas B. A questão da moralidade: da razão prática de Kant à ética discursiva de Habermas. Tempo social. 1989; 1(2): 7-44.


5 Da Silva JA. A dignidade da pessoa humana com valor supremo da democracia. Revista de direito administrativo. 1998; 2012: 89-94.


6 Kant I. Fundamentação da metafísica dos costumes. Lisboa: Edições 70; 1995.


7 Sarlet IW. Dignidade da pessoa humana. In:  Barreto VP. Dicionário de filosofia do direito. Rio de Janeiro: Renovar; 2009.


8 Gouveia VV. A natureza motivacional dos valores humanos: evidências acerca de uma nova tipologia. Estudos de psicologia (Natal). 2003; 8(3): 431-443.


9 Pedro AP. Ética, moral, axiologia e valores: confusões e ambiguidades em torno de um conceito comum. Kriterion: Revista de Filosofia. 2014; 55(130): 483-490.


10 Pavão A. Imperativo categórico e egoísmo: observações sobre a crítica de Schopenhauer a Kant. Revista de Filosofia Aurora. 2012; 24(34): 81-94.


11 Sanches SM, Rubio K. A prática esportiva como ferramenta educacional: trabalhando valores e a resiliência. Educação e pesquisa. 2011; 37(4): 825-841.


12 Binder D. Teaching Olympism in schools: olympic education as a focus on values education. International Chair in Olympism Lecture. Barcelona: Centre for Olympic Studies; 2010 [citato 04 fev. 2020]. Disponível em: https://www.uab.cat/pub/worpap/2010/181092/binder_eng.pdf.


13 Cecconello AM, Koller SH. Competência social e empatia: um estudo sobre resiliência com crianças em situação de pobreza. Estudos de Psicologia (Natal). 2000; 5(1): 71-93, 2000.


14 Koller SH. et al. Adaptação e validação interna de duas escalas de empatia para uso no Brasil. Estudos de psicologia (Campinas). 2001; 18(3): 43-53.


15 Lôbo P. Princípio da solidariedade familiar. Revista Brasileira de Direito das Famílias e Sucessões. 2007: 144-159.


16 Sales EMB. O conceito de justiça distributiva relacionado às normas sociais escolares. Psicologia: Reflexão e crítica 2000; 13(1): 49-58.


17 Freitas J, Martins MH. A humildade e a esperança: fatores de resiliência na práxis humana? OMNIA. 2015; 2: 23-31.


18 Morais SRRL, Temário RM. Considerações introdutórias sobre as diferenças entre os conceitos de fraternidade e solidariedade. 2017 [citato 04 fev. 2020]. Disponível em: http://www.equidade.faced.ufba.br/sites/equidade.oe.faced.ufba.br/files/consideracoes_introdutorias_sobre_as_diferencas_entre_os_conceitos_de_fraternidade_e_solidariedade_-_silvia_morais_e_robinson_tenorio.pdf.


19 Dicionário Michaelis. 2017 [citato 04 fev. 2020]. Disponível em: http://michaelis.uol.com.br/busca?id=yVv77. Acesso em 04/02/2020.


20 Lencastre MPAN. Bondade, altruísmo e cooperação. Considerações evolutivas para a educação e a ética ambiental. Revista Lusófona de Educação. 2010; 15: 112-124.


21 La Taille Y. A importância da generosidade no início da gênese da moralidade na criança. Psicologia: reflexão e crítica. 2006; 19(1): 9-17.


22 Barcach L et al. O conceito de resiliência aplicado ao trabalho nas organizações. Interamerican Journal of Psychology. 2008; 42(1): 101-112.


23 Barros-Oliveira JH. Coragem: um novo tópico da psicologia positiva. Revista Portuguesa de Pedagogia, 2010; 5-20.


24 Camargo SDS. Sobre o significado da ideia de honestidade na filosofia moral de Eric Weil. Argumentos. 2014; 6(11): 70-78.

Article Details

Section
Original Article